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Dia 70: Que Deus faça fluir um rio de vida em você!


Dia 70: Que Deus faça fluir um rio de vida em você!

“Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva". João 7.38
            Em nossa casa minha esposa e eu desde que casamos sempre compramos água mineral para beber, e usamos a água que vem da concessionária para tomar banhos, limpar a casa, etc.
            Mas quando a água acaba antes do esperado esquentamos a água para tomar. E parece que quanto menos água temos, mais desejo sentimos de tomar água. A sede aumenta.
            O que nos parece nestes dias é que está faltando a Palavra e presença de Deus, que as pessoas estão mais sedentas do que nunca antes. Por isto tantas religiões vêm surgindo.
            Há alguns estive com minha esposa em Novo Cruzeiro, no norte de Minas Gerais, onde pude ver pessoas sedentas de Deus. Uma tia da minha esposa, quando lhe perguntei se poderia compartilhar algo da palavra de Deus, de pronto atendeu e ficamos mais de duas horas, até que ela reconheceu a Jesus como Senhor e Salvador da sua vida dela, e foi desafiada a deixar a idolatria de lado, o que ela confessou com os próprios lábios que tal idolatria desagrada a Deus (Salmo 115).
            Precisamos entender a comparação que Jesus faz da água que bebemos com nossa vida espiritual.
            Segundo a ONU cerca de 5 milhões de pessoas morrem em decorrência da água contaminada. Apesar de existir tanta água no mundo nem todas as águas são puras e boas para o ser humano.
            Se a água que você bebe, ou seja, se o que você tem buscado é de acordo com os ensinamentos da Palavra de Deus e está te fazendo bem, realmente vale a pena continuar, porém se não te faz bem espiritualmente falando, você precisa mudar.
            Não há como você ter um rio de águas vivas fluindo dentro de você da parte de Deus se as águas que você bebe estão sujas e contaminadas pela vontade e pecados humanos.
            Talvez você precise que o Senhor, o Guarda das Fontes venha limpar a sua fonte para que possa fluir novamente. (O Guarda das Fontes[1])
            “Era uma vez um certo povoado que cresceu no pé de uma cordilheira. A aldeia foi protegida pelas alturas dos montes, de modo que o vento que tremia as portas e arremessava punhados de granizo contra as janelas era um vento cuja fúria já foi gasta. Alto nas colinas, um misterioso e calmo morador da floresta tomou sobre si a incumbência de ser Guarda das Fontes. Ele patrulhava as colinas e onde quer que ele achasse uma fonte, ele limpava sua piscina barrenta de lodo, e tirava toda matéria estranha. Desta forma, a água que borbulhava da fonte corria para baixo limpa, fria e pura. A água pulava cintilante sobre pedras e derramava alegremente em cascatas de cristal até que, fortalecido por outros córregos, tornou-se um rio de vida para o movimentado povoado. As rodas de azenha giravam por sua força. Os jardins foram refrescados por suas águas. As fontes a jogavam como diamantes no ar. Os cisnes navegaram em sua superfície límpida, e crianças riam brincando nos seus bancos na luz do sol.
            Mas o Conselho de Cidade era um grupo de homens de negócios, pães duros e práticos. Esquadrinharam o orçamento cívico e acharam o salário do Guarda das Fontes. Disse o Guarda da Bolsa: "Por que nós devemos pagar esse sujeito? Nós nunca o vemos; ele não é necessário à nossa vida de negócios no povoado. Se construirmos um reservatório perto da cidade, nós poderemos dispensar seus serviços e poupar seu salário". Com isso, o Conselho de Cidade votou para dispensar o gasto desnecessário com um Guarda das Fontes, e construir um reservatório de cimento.
            Então o Guarda das Fontes deixou de visitar as piscinas barrentas, mas observou das alturas enquanto construíram o reservatório. Quando foi terminado, logo encheu com água, mas a água não parecia ser a mesma. Não era mais limpa, e uma espuma verde logo contaminou sua superfície estagnada. Havia problemas constantes com a maquinaria delicada dos moinhos, freqüentemente entupido com o lodo, e os cisnes acharam outro lar distante do povoado. Finalmente, uma epidemia se alastrou, e os dedos amarelos da doença alcançaram cada lar em cada rua e alameda.
            O Conselho de Cidade se reuniu outra vez. Tristemente, encarou como a cidade estava em apuros, e francamente reconheceu o erro em demitir o Guarda das Fontes. Procuraram-no na sua barraca alta nas colinas, e imploraram-lhe que retornasse a seu abençoado trabalho. Felizmente, ele concordou e começou mais uma vez a fazer suas rondas. Não demorou até que água pura viesse cantarolando felizmente para baixo sob túneis de samambaias e musgos e a cintilar no reservatório limpo. As rodas de azenha rodaram como antigamente. Os odores desapareceram. A doença diminuiu, e crianças em recuperação das suas doenças se alegraram outra vez, porque os cisnes haviam voltado.”
            Ore ao Senhor neste momento: “Meu Deus como é impactante esta estória do Guarda das Fontes e mais importante é saber que o Senhor faz fluir do meu interior rios de águas vivas! Por isso peço que limpe tudo o que for preciso: amargura, falta de perdão, irritabilidade, e qualquer coisa que impeça do seu rio fluir do meu interior! Se eu aprendi errado a servir ao Senhor, por favor me ensine! Oro ao Senhor, em Nome de Jesus, Amém!”
            Dr. Uanderson Pereira da Silva.

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